E se após um coma você acordasse em mundo tomado por zumbis?

Essa é a premissa da estreia mais comentada de 2010.

Para começar, preciso confessar que não tenho nenhum afeto a zumbis. Não sou fã de filmes de terror, muito menos aqueles que têm seres irreais e monstruosos. Mas The Walking Dead é um seriado baseado em uma HQ famosa, é da AMC, mesma emissora de Breaking Bad, e eu achei que o tema iria agradar meu marido mais do que o mimimi de Grey´s Anatomy estava agradando (o que a gente não faz por amor, né?).

Logo no piloto me surpreendi: não só de zumbis vive a série, mas o apelo maior é no drama dos sobreviventes, na luta diária para ganhar mais uma dia, sem garantia de futuro. A qualidade dos atores é duvidosa, mas isso não chega a atrapalhar. A adaptação seguiu a HQ quase quadro a quadro. Não tinha como dar errado.

Certo é que os episódios seguintes escorregaram em vários pontos, plots e personagens foram adicionados à história original ( o que não seria ruim, se eles mostrassem a que vieram). Praticamente todo o último episódio da temporada trouxe fatos inéditos. Por isso mesmo, talvez, The Walking Dead terminou a temporada de série hypada a quase um fracasso. Nem 8, nem 80. A série pode agradar, e agradou, a inúmeros fãs. Resta agora saber o que a segunda temporada nos reserva. Com a mudança dos roteiristas, é uma incógnita que será desvendada só em outubro (ou setembro, já que há uma expectativa de retorno antecipado).

 

 

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